quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Um sacerdote precisa de permissão para celebrar uma missa “ad orientem”?

Um sacerdote precisa de permissão para celebrar uma missa “ad orientem”? Pergunta: Olá, Padre. Há pouco tempo, perguntei ao meu pastor se alguma vez ele celebraria a Forma Ordinária da Missa versus Deum. Ele me respondeu que uma permissão é necessária do bispo para tal. Eu nunca tinha ouvido isto. Uma permissão é realmente necessária? Muito obrigado.  Resposta: Não, não é necessária. Uma permissão implica a existência de uma lei, um regulamento. Um bispo diocesano não pode estabelecer uma lei que contradiza as leis universais da Igreja. A Santa Missa pode ser celebrada na forma versus Deum ("ad orientem") ou versus populum  (virado para Deus ou virado para o povo, respectivamente) à escolha do sacerdote. De...

CARTA SOBRE A POSIÇÃO DO PADRE DURANTE A LITURGIA EUCARÍSTICA

CARTA SOBRE A POSIÇÃO DO PADRE DURANTE A LITURGIA EUCARÍSTICA Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos Prot. No 2036/00/L A Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos foi perguntada se a expressão Nº 299 da Instrução Geral para o Missal Romano se trata de uma norma de acordo com a qual, durante a Liturgia Eucarística, a posição do padre versus apsidem (de frente para a abside) deve ser excluída ou evitada. A Congregação para o Culto Divino e Disciplina dos Sacramentos, após uma madura reflexão e sob a luz de precedentes litúrgicos, responde: NEGATIVO, e de acordo com a seguinte explicação: A explicação incluí vários elementos que devem ser levados em consideração: A primeira...

domingo, 17 de dezembro de 2017

"Eu te absolvo" - Reflexões do Cardeal Müller sobre a Confissão

“Eu te absolvo” Reflexões do Cardeal Müller sobre a Confissão Muitos sugerem hoje que a absolvição sacramental pode ser dada a penitentes que, devido a circunstâncias atenuantes, podem ser ditos livres de culpa subjetiva diante de Deus, mesmo que continuem vivendo em um estado objetivo de pecado grave. A distinção entre um estado objetivo do pecado e uma culpa subjetiva é geralmente reconhecida pela tradição teológica católica. O que é mais controverso é a sua aplicação à ordem sacramental. É possível usar a provável ausência de culpa subjetiva como critério para a concessão da absolvição? Isso não significaria converter os sacramentos em realidades subjetivas, que são contrárias à sua própria natureza como sinais de graça efetivos,...

segunda-feira, 12 de junho de 2017

O noivado de José e Maria

O NOIVADO DE JOSÉ E MARIA José apareceu aos olhos de Maria como o homem providencial que a havia de permitir viver no estado de virgindade para o qual se sentia chamada pelo Senhor. Encontrando-o compreendeu que lhe era acessível este ideal e que podia desposar-se com ele. Hoje admiramo-nos de que tendo tomado a resolução de permanecer Virgem, Maria se tenha decidido pelos desposórios e pelo casamento. Mas no ambiente em que vivia não conhecia outro caminho. Em Israel não existia a instituição da virgindade, não havia comunidades de virgens e o ideal de uma consagração virginal a Deus não era apreciado nem praticado. Este ideal começou, quando muito, a impor-se a um outro grupo de ascetas vivendo no deserto. Pensando no seu futuro,...

quarta-feira, 7 de junho de 2017

O encontro de José com a Maria

O ENCONTRO DE JOSÉ COM MARIA Um encontro decidiu o destino de José! Foi um dia em que o seu olhar se cruzou com o de Maria. Aparentemente era um encontro semelhante a tantos outros quando um jovem depara com uma moça que lhe agrada para ser sua esposa. José ficou intimamente deslumbrado, ficou encantado, seduzido. Um futuro de felicidade parecia abrir-se-lhe diante. Na realidade foi um encontro como não tinha havido outro na terra. Na frescura primaveril do seu amor nascente, era diferente de qualquer outro. José ficara impressionado com a incomparável beleza duma alma que era a pureza e a perfeição inigualáveis. "Salve, ó cheia de graça!" havia de em breve proclamar o anjo Gabriel. Ao contemplar a beleza da Virgem, o anjo havia...

terça-feira, 30 de maio de 2017

Fundações Beneditinas Tradicionais

AS FUNDAÇÕES BENEDITINAS TRADICIONAIS Nesta entrada oferecemos uma recordação das fundações beneditinas tradicionais que foram reconhecidas pela Santa Sé ou pelos ordinários do lugar. 1.      A Abadia Notre-Dame de Fontgombault A Abadia Notre-Dame de Fontgombault foi fundada em Vale do Loire por Pedro da Estrela em 1091. Por distintas razões históricas deixou de ser um mosteiro beneditino, restabelecendo-se em 1948 o culto monástico. Desde seu restabelecimento tem preservado a tradição litúrgica gregoriana e, a partir de 1985, celebra exclusivamente de acordo com os livros litúrgicos anteriores à reforma pós-conciliar. Esta abadia se tornou conhecida por ter acolhido entre 22 e 24 de julho de...

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